Declarações recebidas por escrito. Recortes de imprensa.

segunda-feira, outubro 23, 2006

E-LINKS 2 PORTFOLIO INDEX :

Contributos Voluntários de Profissionais Portugueses

sábado, agosto 19, 2006

CONTRIBUTOS VOLUNTÁRIOS

Profissionais Portugueses que já participaram em acções do Projecto MENTORES ( listados por área profissional ) :

A. Carmona, Arquitectura
B. Stilwell, Arquitectura
F. Magalhães, Arquitectura / Cinema
M. Machado, Artes Plásticas / História da Arte / Serviços Consulares
I. Vale, Bioquímica
N. Barbosa-Morais, Engenharia Física / IT
F. Alfaiate, Consultadoria Empresarial
E. Vieira, Consultadoria Empresarial
R. Folgado, Consultadoria Empresarial
C. Costa, Direito / Serviços Consulares
F. Albino, Direito
P. Frade, Direito / Finanças
R. Tavares de Pina*, Direito
A. Bird, Direito
L. Ferreira Ribeiro, Educação
C. Xastre, Educação
C. Fraga, Educação
O. Morais, Educação
S. Machado, Educação
M. Freire, Educação
F. Santos, Educação
F. Costa, Educação
A. Coelho, Educação
E. Pinheiro, Educação
J. Lino Pascoal, Educação
P. di-Toro, Educação
D. Almeida, Finanças
G. Rosa, Finanças
P. Rei, Finanças / Energias Renováveis
H. Domingos, Finanças / Gestão / Turismo
M. Cação, Finanças
M. Maia, Finanças
S. Boumah, Finanças
R. Correia, Finanças
S. Dias, Finanças
S. Mendes, Finanças
A. Oliveira, Finanças
J. Oliveira, Finanças / Consultadoria Empresarial
I. Lopes, Finanças / Economia
L. Apolónia, Genética
T. Cruz, Gestão / Relações Públicas
E. Simões, Gestão de Recursos Humanos
M. Peries, Recursos Humanos / Gestão Hospitalar
G. Lacerda, Informática
J. Monjardino, Investigação Científica (Medicina)
S. Rocha, Linguística / Educação
S. Pintassilgo, Marketing
P. Santos, Marketing / Media
R. Varandas, Marketing / Finanças
M. Braga, Marketing / Finanças
R. Monjardino, Media (TV e Rádio)
J. Monjardino, Medicina
R. Mesquita, Medicina
G. Rodrigues, Moda e Design
T. Gomes, Música / Educação
D. Prata, Psicologia
M. Constante, Psicologia
B. Reis, Relações Internacionais
H. Silva, Relações Internacionais / Serviços Bancários
J. Martins Weinstein, Relações Internacionais / Diplomacia
L. Igreja, Relações Públicas / Produção Artística
T. Stilwell, Serviços Administrativos
M. E. Monjardino, Serviços de Acção Social
M. Aguiar, Serviços de Acção Social
B. Soares, Serviços de Acção Social
V. Varela, Serviços de Acção Social
C. Alves, Serviços de Acção Social
F. Velasco, Serviços de Acção Social
R. Correia, Serviços de Acção Social
S. Caetano, Serviços de Acção Social
F. Lopes, Serviços Religiosos
J. Gomes, Serviços Religiosos
V. Silva, Tradução e Interpretação
P. Soares, Turismo

* R. Tavares de Pina, Coordenação das Workshops Profissionais


Outros Apoios e Agradecimentos :


M. Santos, FCG e Festival "Atlantic Waves"
I. Lucena, FCG e Festival "Atlantic Waves"
T. Gomes, Festival "Atlantic Waves"
F. Andresen de Guimarães, Embaixada de Portugal
J. Camilo dos Santos, Embaixada de Portugal
I. Saraiva, Embaixada de Portugal
D. Damião, Embaixada de Portugal
P. Lourenço, Embaixada de Portugal
S. Noronha, Consulado Geral em Londres
C. Pinto, Conselheira das Comunidades Portuguesas
A. Cunha, Conselheiro das Comunidades Portuguesas
C. Freitas, Representante das Comunidades Madeirenses
Monsenhor Vaz Pinto, Missão Católica Portuguesa
Irmã Angelina, Centro Paroquial de Stockwell
Padre Giandominico, Scalabrini Hall
A. Thompson, Câmara de Lambeth (EMAT)
A. Bottrall, Câmara de Lambeth (Dept. Educação)
J. Noronha, Keystone Trust / META
R. Pires, BES
V. Sampaio, BES
J. Laranjo, CCA
F. Araújo
A. Hudson
N. Silva
S. Dias
The Bank of New York
Comissão Organizadora das Comemorações do 10 Junho
Stockwell Community Resources Centre
Lambeth Council - Education Dept.
Lambeth Ethnic Minorities Achievement Team (EMAT)
Lambeth Children & Young People's Service

Lambeth Voluntary Action Council
Lambeth Community Empowerment Network
Lambeth Education Business Partnership
Lambeth Youth Council
Lambeth Crime Prevention Trust
Lincolnshire Ethnic Minorities Services

Centro Desportivo Cultural Português
Restaurante "O Conquistador"
Restaurante "O Cantinho de Portugal"
"Vida Nova"


segunda-feira, julho 17, 2006

VISITAS GUIADAS


CAMBERWELL (14-17 anos)
3 de Maio 2006, 18:00-21:30
Visita ao Teatro "Blue Elephant"
"
Festival Português de Performance e Artes Visuais"
Espectáculo: "Eurovision", por Teatro Praga


Alunas da Escola Secundária de Bishop Thomas Grant (Lambeth) recebidas por Luísa Igreja (PR / Project Administrator).

Tempo também para conversas com os Actores, Imprensa e outros profissionais portugueses presentes.



domingo, maio 28, 2006

"ATLANTIC WAVES 2005" (FCG) : RECORTES DE IMPRENSA


Isabel Lucena (AW - FCG) explicando as diversas fases de planeamento de um espectáculo musical a Sónia Patrício, Stephanie Lucas e Marco Barroso. Workshop de Global Dancefloor Grooves. Alunos portugueses das Escolas Secundárias Bishop Thomas Grant e Bishopsford Community (Lambeth).

O compositor Luís Tinoco falando sobre o mundo profissional da música clássica. Workshop de Música Clássica Contemporânea.
Classe da Escola Primária de Stockwell (Lambeth).

O compositor Luís Tinoco ensinando uma jovem portuguesa aspirante a Maestrina. Workshop de Música Clássica Contemporânea.
Classe da Escola Primária de Stockwell (Lambeth).

Cidália Fraga (Professora de Português na Escola Primária de Stockwell e Teresa Gomes (Coordenadora do Programa de Workshops do Festival de Música Portuguesa "Atlantic Waves 2005").
Classe da Escola Primária de Stockwell (Lambeth).

Stephanie Lucas, Joaquim Patrício e Sónia Patrício com Miguel Santos (Director do Festival "Atlantic Waves" - Fundação Calouste Gulbenkian)






AW 2005 > EXCERTOS DA IMPRENSA NO REINO UNIDO



“Atlantic Waves 2005 brings the best of Portuguese talent to London” fRoots, UK

“Showcases a wide spectrum of musical approaches”
The Wire, UK

“London’s annual showcase of Portuguese music”
Charlie Gillett, BBC London, UK

“A celebration of Portuguese music, with many of Portugal’s most distinguished artists”
London Planner, UK

“The world’s largest Portuguese music festival. It’s a chance to get to know a new generation of artists who play a lot more than just fado. It’s brilliant”
Jungle Drums, UK

“If you really enjoy experimental Electronica, that’s the night not to miss out”
Jungle Drums, UK

“Atlantic Waves Festival showcases some of Portugal’s finest musical export”
Cargo, UK

“A feast of music”
Jazzwise, UK

“Sublime double bill featuring two excellent young fado singers kicks off this year’s AW festival”
Time Out, UK

“One of the capital’s most adventurous music strands”
Time Out, UK

“The best-kept secret in Europe”
Robin Denselow, The Guardian, UK

“There’s more to Portugal than just fado”
Robin Denselow, The Guardian, UK

“The Atlantic Waves festival, which embraces Portuguese pop, electronica and fado, draws to a close with a wall-to-wall free jazz and improvisation at the Spitz, which allows for an audience that’s both attentive and relaxed.”
John L Walters, The Guardian, UK

“Atlantic Waves festival has been steadily growing since it began in 2001. This Portuguese music bash is admittedly tricky to pin down, awash as it is with surprising styles and international players, but it’s earned its reputation for high-quality entertainment”
Metro, UK

“Portugal, the port of call”
Metro, UK

“In the best tradition, gig-goers at each date will receive a compilation CD of exploratory music from Portugal featuring most of the acts. Like the festival, it’s a passionate sampler enticing you into excitingly vast new territory”
Metro, UK

“Good looking line-ups”
Tony Herrington, The Wire, UK

“Portugal on the crest of a wave”
Hackney Gazette, UK

“Atlantic Waves is a festival of exploratory music from Portugal set to cause more than ripples across the East End”
Hackney Gazette, UK

“Blast of exploratory music”
Stratford & Newham Express

“It was a joy to be transported to Portugal on a cold night in East London!”
Vida Nova, UK

“They thrilled the audience with their musical artistry, energizing and pulsating rhythms, and anthemic choruses”
Vida Nova, UK

“Their explosive appearance on stage almost immediately created a fantastic party atmosphere”
Vida Nova, UK

“Most compelling and invigorating”
Vida Nova, UK

“I loved Blasted Mechanism for their freshness, vibrancy, originality and love of life”
Vida Nova, UK

“A treasured memory”
Vida Nova, UK

“I had a thoroughly enjoyable evening, liked the contrast as well as the similarities in the acts, heard some new players who I would recommend to others, and met some old friends along with some people who I could help.”
Ed Baxter, Resonance FM, UK

“I thoroughly enjoyed the gig”
Becca Laurence, Sonic Arts Network, UK

“So much fun for me”
Simon Fisher Turner, musician, UK

“It was a great experience and fantastic to meet and have a chance to play with all the other members in our group......all of whom I've heard so much about but never before now met.”
Angharad Davies, musician, UK

“I had a great time”
Jim Black, musician, USA

“It was a great time and so nice people and audience!”
Joelle Leandre, musician, France

"A really excellent festival"
Chris Corsano, musician, UK

“Amazing as ever”
Alix Hughes, Bristol International Twinnings Association, UK

“As fascinating as ever”
Tony Haynes, Grand Union Orchestra, UK

“I enjoyed the festival so much. It was such an eye opener and it was no doubt the best London outing I've had since I've gotten here. I'm anxious to get to Lisbon now!”
Mary Ho, MA in Arts Administration and Cultural Policy, Goldsmiths College

“Congratulations on last night's concert with Joana Amendoeira and Helder Moutinho. It was excellent - the singers were very good, and the atmosphere was just what it should be, so much better than a concert hall”
Bryan Stevens, UK

“Last Tuesday’s concert at the Spitz with Joana Amendoeira and Helder Moutinho was truly amazing - thank you for putting this on”
Paul Gordon, UK

“Congratulations and thank you for doing Atlantic Waves, as a Portuguese I feel proud for respect and notoriety that this festival has gained in London”
André Torres, UK

“Only now did the Atlantic Waves reach my attention with much delight I must say. Its so exciting to see such talents from Portugal over here in all genres”
Paul, Da Silva, UK

“Thank you so much for the opportunity to see the shows. Every night was fantastic. I was beginning to get a bit cynical about music in London until the festival came along. A little renewed faith.”
Mary Ho, London





AW 2005 > EXCERTOS DA IMPRENSA EM PORTUGAL

“Pelo quinto ano consecutivo, Londres vai ser palco de uma mostra alargada de música portuguesa, dos mais diversos quadrantes, no festival Atlantic Waves. O evento é organizado pela delegação britânica da Gulbenkian e implantou-se definitivamente na capital inglesa, como é fácil de perceber ao ler-se os comentários de alguma da mais importante imprensa britância”
Público, Portugal

“Novos sons portugueses animam Londres durante dez dias”
Público, Portugal

“Iniciativa da Gulbenkian leva 40 artistas portugueses a Londres”
Público, Portugal

“Uma mistura eclética e abrangente do que é a música portuguesa actual”
Blitz, Portugal

“Contribuí para uma maior visibilidade da música nacional”
Blitz, Portugal

“Divulgar no Reino Unido o que de melhor se vai fazendo em Portugal”
Universal Music, Portugal

“O objectivo do festival é a divulgação da música portuguesa em terras de Sua Majestade através de uma programação ecléctica que pretende demonstrar a vitalidade e contemporaneidade dos criadores nacionais”
Newsletter do Instituto das Artes, Portugal

“A maior celebração de música portuguesa, fora de Portugal. Uma selecção impressionante de músicos portugueses”
Vida Nova, UK

“Uma colaboração que reproduz um som pouco comum e fecha o festival Atlantic Waves 05 da maneira mais original e diversificada, aliás duas palavras que descrevem perfeitamente este festival... e que grande festival!”
Vida Nova, UK

“Plenos de intensidade do princípio ao fim. Cada movimento é concentrado mas imprevisível, original. E, sobretudo, apaixonado. Do outro lado, o público assiste atento, quase sem respirar. Partilham este amor à música e a este jazz tão especial, na sua linguagem por vezes emocional, por vezes instintiva”
Vida Nova, UK

“Representando a confiança do ‘novo Portugal’, cantando e actuando com paixão, convicção, garra e orgulho naquilo que fazem”
Vida Nova, UK

“É um festival que representa em Inglaterra o que melhor se faz naquilo que eu acho que é a cultura contemporânea portuguesa, seja no Fado, seja na nova música, pop ou rock ou electrónica. Têm sempre muito cuidado com aquilo que apresentam na Inglaterra. Eu acho que isso vai ser importante, se calhar não no imediato, mas em vários anos, em várias situações, vai-se começar a perceber que Portugal, além de não ser só Fado – também é Fado, mas não é só Fado – começa-se a perceber que Portugal 2005 é muito diferente do Portugal de ’85. A única maneira que nós temos de mostrar aos ingleses e aos franceses e aos americanos que mudámos é apresentar o que melhor temos. Acho que o Atlantic Waves faz isso muito bem, com muito boa promoção, trazem pessoas aos concertos que se calhar são público de espectáculos ingleses, trazem também uma comunidade portuguesa que está cá a viver, sejam emigrantes, sejam jovens que estão a estudar, jovens que estão a trabalhar... Há uma grande envolvência e é bom.”
The Gift, in Vida Nova, UK

“Muito eclético e interessante”
Pedro Carneiro, musician, Portugal

“Um elogio de última hora, parabéns pela excelente programação deste ano”
Nelson Gomes, ZDB, Portugal

“Este último ano, passado mais por terras de sua majestade do que por território luso, tenho tido o prazer de conhecer mais música portuguesa do que se estivesse em Portugal. Isto graças às tuas compilações e às iniciativas Musa Lusa e Atlantic Waves. Parabéns.”
Miguel Antunes, Portugal

“Um excelente trabalho na divulgação da música portuguesa fora de portas... a organização de tudo esteve excelente, para nós foi muito positivo (incluindo a "education session", de que todos gostámos muito)”
Paulo Furtado/The Legendary Tiger Man/Wraygunn, musician, Portugal

“Foram uns dias e uns concertos que recordarei sempre com saudade... o ambiente entre músicos, a organização (parabéns!!!), os próprios concertos... foi tudo, para mim, muito bom.”
Manuel Mota, musician, Portugal

“Foi um prazer ter participado no Atlantic Waves e ter tocado no meio de excelentes músicos (portugueses e estrangeiros) e numa organização impecável”
Margarida Garcia, musician, Portugal

“O Atlantic Waves 2005 apresenta também um excelente programa para jovens com o objectivo de estimular o interesse, e contribuir entusiasticamente para a criação de novas audiências e futuros profissionais em Artes Performativas (Música)”
Projecto MENTORES

“O excelente programa de workshops do Atlantic Waves permitiu aos jovens explorar as características dos diferentes estilos de música portuguesa, ampliando os horizontes artísticos, e também deu a conhecer as variadíssimas profissões envolvidas na realização de qualquer espectáculo musical. Os jovens assistiram à preparação dos concertos (testes de luz e som), ensaios, visitaram os bastidores e conversaram imenso com os músicos e técnicos! A todos os jovens participantes nos workshops foi dada a possibilidade de assistir gratuitamente ao respectivo concerto.”
Isabel Pessôa-Lopes, Projecto MENTORES

“Olá eu sou a Stephanie Lucas, uma das raparigas que foi ao Atlantic Waves. Todo o concerto estava bom e todas as pessoas a dirigir o concerto eram amigáveis. Eu gostei de 1-Uik Project, o som era muito bom e gostei muito do ritmo, eu aprendi muito bem como o palco foi feito. A minha parte preferida foi o Blasted Mechanism. Eu adorei eles, tive uma oportunidade para conhecer 3 pessoas do grupo, todos eles muitos amigaveis, divertidos e falaram connosco como eles se juntaram. Eu gostei muito deles, definitivamente eu vou no ano que vem.”
Stephanie Lucas, jovem portuguesa nascida na Venezuela, 14 anos, aluna na Escola Secundária de Bishop Thomas Grant (Lambeth, Londres), UK

“As minhas impressões do workshop foram muito boas. Tive a oportunidade de conhecer musicos que nunca conheci e eu como sou um apreciador de musica foi muito bom ter ido. Conhecer a equipa técnica das bandas e do festival foi bom, eu antes não pensava que era tão dificil organizar um concerto num lugar pequeno, mas já consigo imaginar como seria se tivesse de ser organizador dum concerto.”
Marco Barbosa, jovem português nascido na Suiça, 14 anos e aluno na Bishopsford Community School (Lambeth, Londres), UK

“Eu e a Debora pensamos que os worshops foram muitos educativos e ganhamos muita informacao dos workshops e nos conhecemos muitas pessoas interessantes e os trabalhos que eles fazem. Os workshops deram-nos bastante informacao sobre os trabalhos que a gente pode fazer no futuro. Ajudou-nos a conhecer varios tipos de trabalho. Nos achamos que os workshops foram muito importantes para escolher o que nos queremos fazer no futuro.”
Luiza Peries e Debora de Freitas (portuguesas nascidas em Londres) têm 14 anos e frequentam a Ursuline High School (Lambeth, Londres), UK


segunda-feira, maio 01, 2006

DECLARAÇÕES DOS JOVENS PORTUGUESES QUE TÊM PARTICIPADO NAS INICIATIVAS DO PROJECTO MENTORES


" Quero agradecer a oportunidade de participar neste projecto.
Tive oportunidades de me encontrar com pessoas que representam Portugal na Inglaterra e me deram apoio, ideias e contactos.
Os workshops foram informativos e gostei imenso de participar.
Espero que continuem a dar este tipo de apoio a jovens como eu que vivem neste país, é muito importante que este servico continue pois abre muitas portas culturais para jovens Portugueses que vivem no estrangeiro. "
Luiza 14 anos

" Eu acho que foi bom e ajuda a gente a escolher o que a gente quer ser. Gostei de conhecer portugueses com bons empregos.
Agora sei o que quero ser e o que fazer para lá chegar! "
Graciela 13 anos

" Eu gostei e penso que é muito interessante e eu aprendo muito com estes encontros. "
Paula 14 anos

" O que eu achei mais positivo foi ter conhecido portugueses que trabalham em Londres "
Miguel 13 anos

" Achei uma brilhante ideia!
Gostei porque eu ouviu outras coisas para fazer quando crescer. Tenho mais oportunidades de pensar o que fazer. "
Rosana 13 anos

" O mais importante para mim foi ouvir pessoas a falar como é o verdadeiro mundo "
Vanessa 14 anos

" Gostei de ouvir as carreiras que posso vir a ter porque em breve vou ter que fazer uma decisão "
Maria 16 anos

" O mais positivo foi saber que as pessoas portuguesas tem trabalhos tão bons aqui. Isso encorajou-me a ser uma pessoa professional. "
Lennys 15 anos

" O mais positivo foi o facto das pessoas com empregos de terem falado com as pessoas. Dizerem o que passaram e dar-nos conselhos. "
Nadia 14 anos

" A melhor coisa da sessão foi que eu pode falar com os profissionais e houve colegas da minha idade por isso eu pode relacionar com eles e com tudo o que nós esperamos fazer no futuro "
Cátia 15 anos

" Foi uma boa experiência e deu para conhecer histórias de pessoas e como é que conseguiram trabalho, como foi difícil e o quanto se tem de trabalhar na escola para conseguir também. "
Catarina 14 anos

" Eu gostei muito e agora já sei que por ser portuguesa e falar português é uma vantagem para o meu futuro. Gostei imenso de ouvir como as pessoas chegaram a onde estão na vida. "
Susana 15 anos

" É uma boa ideia os estudantes poderem comunicar com outros portugueses, e não só com a professora nas aulas.
Também deu para fazer perguntas e pensar no nosso próprio futuro.
Foi muito interessante porque deu-me a oportunidade de ver como é que usaram os seus estudos para ter êxito noutro país. "
Flávia 17 anos

" Gostei de participar porque não sabia que pudesse fazer tantas coisas para chegar a um modo de vida que gostamos. Foi positivo ouvir as histórias das pessoas que falaram sobre o que se passou para elas chegarem a este ponto.
Adorei. Façam mais encontros"

Liliana 17 anos

" Foi uma boa experiência. Gostei porque fez-me pensar no meu futuro. Vou continuar os meus estudos de português e fazer o meu melhor! Gostaria que continuassem a vir às escolas. "
Jacinta 15 anos

" Achei que esta iniciativa ajudou muito e deu-me coragem para estudar no estrangeiro, sem ter medo. Fiquei muito inspirada pelas visitas e as suas histórias e experiências. Ajudou-me a planear o meu futuro e vida na faculdade. Uma das senhoras era cientista e deu-me muita inspiração para seguir ciências"
Marina 16 anos

" Foi muito bom saber que há portugueses em carreiras diferentes e bem sucedidos. Foi imensamente encorajante. "
Chanti 16 anos

" Eu gostei de ter participado porque eu percebi que não sou a única a não saber o que quero ser e mesmo assim posso vir a ter um bom trabalho no futuro. "
Marisa 14 anos

" Achei bom que tivemos esta oportunidade de ouvir experiências de pessoas portuguesas. "
Carina 13 anos

" O que eu considerei mais positivo foi a maneira como os profissionais portugueses falaram conosco "
Tiago 15 anos

" O mais positivo para mim foi quando me disseram o que eu deveria fazer para seguir a minha carreira. O contacto de e-mail garante uma comunicação constante e infinita com estas pessoas.
A experiência foi positiva por completo para mim. "
Marcelo 15 anos

" Eu acho que estas sessões são muito educativas e devia-se realizar mais sessões para que mais jovens possam participar. Aprendi com a vida destes portugueses e como as suas vidas mudaram por causa dos problemas que ocorreram nas suas carreiras e que os fizeram mudar de emprego. Considerei muito positivo que estes portugueses nunca deixaram de lutar por o que queriam na sua vida. "
Marina 14 anos

" Foi uma ajuda para nós todos para que possamos decidir o que queremos fazer no futuro e saber qual o melhor caminho para eu levar a minha vida. "
Diana 17 anos

" O que eu considerei mais positivo foi quando vocês perguntaram aos alunos o que é que queriam ser. "
José 15 anos

"Saber que quando as coisas não são exactamente como queremos, há sempre uma saída, e podemos até chegar a ganhar algo que gostamos ainda mais. "
Bruno 16 anos

" Eu gostei de ter participado porque deu-nos a ideia como se deve continuar sem nunca desistir. O mais positivo para mim foi ouvir a vida destas pessoas e como elas estão felizes de nunca terem desistido dos estudos. "
Cátia 16 anos

" Gostaria que estas sessões continuassem porque gostaria de ter pessoas portuguesas com quem falar sobre a escola e sobre o meu futuro profissional."
Filipe 16 anos

" É muito positivo ter portugueses dispostos a ajudar a juventude portuguesa na Inglaterra. Creio que foi positivo ver como estas pessoas tinham superado obstáculos para obter os seus objectivos e foi muito encorajante. "
André 16 anos

" Foi bom aprender sobre o sucesso das pessoas portuguesas. "
Jessica 14 anos

" Aprendi muito com o exemplo de pessoas que considero que tiveram muito sucesso na vida. "
Susete 15 anos

" Disseram-me para nunca desistir. "
Paulo 14 anos

" Considerei mais positivo os empregos que os portugueses podem chegar a ter e também que eu posso lá chegar. "
Rosana 14 anos

" Foi bom saber que pessoas portuguesas fizeram uma boa carreira para elas. "
Ana 17 anos

" Foi bom porque ficámos informados sobre as dificuldades e as oportunidades que a Inglaterra oferece a quem tirar um curso. O mais positivo foi ver pessoas portuguesas que eram bem sucedidas. "
Naiman 15 anos

" A coisa mais positiva para mim foi ouvir as pessoas falar sobre os seus sonhos, porque aprendi que nada é impossível. "
Patrícia 14 anos

" Foi bom eles virem cá falar connosco para darem exemplos de como eles vieram a ser o que são agora.
Para mim deu-me um lado positivo que se eu quero ser o que quero ser eu tenho que fazer tudo para lá chegar. E isso encorajou-me muito porque eles sabem que eu posso lá chegar. "

Diana 16 anos

Declarações de Professores Portugueses em Londres


" Uma grande maioria dos jovens portugueses residentes no Reino Unido tem fracos horizontes e também fracas perspectivas sobre o seu sucesso pessoal e profissional no país, tomando como exemplo os pais, e outras famílias da mesma comunidade, esperam vir um dia a fazer o mesmo ou somente um pouco mais e melhor, sabendo que este somente "melhor" é uma profissão mais digna, dentro dos limites, e este pouco mais, é "dinheiro".

Sabem também que tal implica um grande esforço, o combate a uma série de obstáculos e melhores qualificações escolares. Como nem sempre é possivel lutar contra este estigma, muito deles iniciam a aprendizagem de ofícios nos tempos livres, ajudando os pais na obtenção de dinheiro para prósperas e futuras mudanças para o seu país de origem.
Estão deste modo reduzidos não aos seus valores e interesses pessoais e particulares, mas sim aos interesses da sua mais próxima comunidade, e do país de acolhimento.

Tal jogo de interesses cria uma problemática de identidade que é indubitavelmente combatida pela actualização e uso da Língua Portuguesa quer nos cursos que frequentam, quer noutro tipo de oportunidades que têm para a actualizar, como por exemplo os encontros entre profissionais e os jovens promovidos pelo Projecto Mentores.

Como professor de Lingua e Cultura Portuguesas, este projecto tem tido impacto nos jovens no sentido não só de identidade linguística e cultural, referidos acima, mas também, na criação de uma "prospectiva" mais optimista sobre o seu futuro, em que o jovem sendo devidamente informado, poderá entre as suas preferências vir ser mais facilmente formado.

De salientar que esta informação, metodológica e pragmaticamente estruturada, tem criado nos jovens o acréscimo da sua auto confiança e o desenvolvimento de posturas escolares mais ajustadas aos seus interesses e não propriamente dos interesses de outrém: pais, familiares, tutores e educadores nas escolas que frequentam.

A lingua portuguesa e a sua prática, tem também desenvolvido nos jovens o sentido de comunhão intelectual, cultural e social, com o respectivo desenvolvimento de capacidades transversais aos currículos de ensino que se manifestam pelo aumento de destreza mental, intelectual e cognitiva que hoje em dia os jovens têm vindo a manifestar.

A minha perspectiva deste projecto, na qualidade de professor, é que o mesmo tem criado nos jovens uma atitude mais radicada naquilo que se poderá chamar " projecto de vida" e que de uma forma estruturada tem colmatado a tradicional e estigmatizada acepção de "história de vida" que muitos jovens pareciam ter como certa, pela repetição de padrões de vida semelhantes aos Seus, não encontrando soluções viáveis para a su arealização pessoal e profissional, e vendo-se "sujeitos" a continuar as profissões, interesses e valores dos mais velhos.

Com o dito projecto, foi e continua a ser criada uma dinâmica de promoção linguística, social e cultural, que já operou prósperos resultados na comunidade portuguesa e nos jovens em particular, salientando ainda o facto de que o mesmo tem minimizado a repetição de "ciclos de vida" familiares, e abertura dos jovens para áreas e profissões que doutro modo as não aceitariam para si, mas para os outros "estrangeiros".

Estão assim abertas algumas portas ao conhecimento, à informação, à arte e aos novos talentos! "


Professor dos cursos de Língua e Cultura Portuguesa (LCP) para jovens residentes no Reino Unido (1. Ciclo)



" Como professora de Português nesta comunidade creio que existe um descrédito em relação a projectos de voluntariado dirigidos aos nossos migrantes. Esta desconfiança é visivel na forma como alguns dos elementos se expressam sobre a actividade dos Mentores: " Para que é isto? Para que nos serve? Quem são estas pessoas? "
Á medida que se apercebem que é um projecto dirigido aos seus filhos adolescentes (muitas vezes problemáticos, com dificuldades de aprendizagem e alguns problemas relacionados com a integração social ) tentam saber um pouco mais e passam a informação aos filhos.

Creio que só com perseverança e sistematização deste tipo de projectos será possível "fazer acreditar" que estamos aqui para ajudar a melhorar a qualidade de vida dos participantes e de os aproximar mais de uma realidade portuguesa que até à data lhes era praticamente desconhecida.

Ao longo destes últimos meses tenho sentido uma maior abertura e disponibildade da parte dos adultos em informar e divulgar o projecto. No entanto, uma grande parte dos adolescentes ainda precisam de ser conquistados mas creio que os que já participaram são a melhor forma de difundir as nossas intenções. "


Professora dos cursos de Língua e Cultura Portuguesa (LCP) para jovens residentes no Reino Unido (1. Ciclo)



" Globalmente, os alunos (grande parte, pelo menos) sentiram-se muito motivados e penso que o projecto lhes incutiu ou despertou de algum modo uma auto-estima que eles não conheciam; essa auto-estima e o facto de saberem que alguém se preocupava com eles, abrindo-lhes horizontes e perspectivas, incutiu-lhes uma ideia de responsabilidade que se repercutiu numa maior eficácia no desempemho das tarefas que lhes foram solicitadas no dia a dia nas aulas de português; penso também que algumas famílias foram sensíveis ao projecto e viram com gratidão este empenho.

A comunidade portuguesa ainda estará muito necessitada da prossecução de um projecto como este.
Pessoalmente louvo-os pelo entusiasmo sem falha e pelo rigor e eficiência da planificação. "


Professor dos cursos de Língua e Cultura Portuguesa (LCP) para jovens residentes no Reino Unido (2. e 3. Ciclos)



" Quero felicitar os membros do Projecto Mentores pela iniciativa.
É realmente importante para os portugueses sentirem que o seu país está interessado no seu contributo, abrindo portas ao diálogo e à partilha de informação, ideias e ambições, elementos fundamentais na construção de uma democracia saudável. "


Professora portuguesa a leccionar numa das escolas do bairro londrino de Lambeth

Declarações dos Conselheiros das Comunidades Portuguesas

" O Projecto Mentores tem tido uma enorme importância na camada jovem da nossa comunidade. É de enaltecer todo o esforço e empenho que os responsáveis têm prestado ao mesmo, e especialmente em regime de voluntariado.

É vital que se possa dar continuidade a este projecto porque há uma enorme necessidade por parte da camada jovem da nossa Comunidade Portuguesa, radicada em Londres. Creio que qualquer apoio que este projecto possa receber, será uma dávida à nossa Comunidade.


De referir que os jovens e pais da nossa Comunidade estão satisfeitos pelo facto de este projecto existir e poder demostrar em prática as diversas actividades profissionais, dando a oportunidade de o jovem poder seguir a sua carreira profissional de acordo com as suas capacidades. Tenho recebido telefonemas e também em contacto pessoal, todo o apreço a este projecto.

Expresso os mais profundos agradecimentos a todos os responsáveis pelo trabalho feito nesta área. Desejo as maiores felicidades e que este projecto possa continuar e crescer.
Será um enorme prazer poder contribuír na medida das minhas capacidades para com este projecto."

Cristina Costa Pinto
Conselheira das Comunidades Portuguesas Reino Unido



" Venho por este meio testemunhar e louvar o Projeto Mentores!
A residir há 28 anos no Reino Unido jamais tive conhecimento de um projeto tão rico e tão útil para os nossos jovens aqui residentes.
Considero verdadeiramente que este projeto nos ajuda a reencaminhar melhor futuro para os nossos filhos, permitindo-lhes escolher as profissões mais adequadas para cada um e também excelentes contactos com os nossos profissionais portugueses.
Tal como no caso das associações portuguesas, gostaria que todas estas iniciativas fossem mais amplamente apoiadas não só pela comunidade portuguesa, mas principalmente pelos representantes do governo português, e que se tivesse em maior consideração o valor de projectos em regime de voluntariado com vista a minorar na prática os enormes problemas sociais da nossa comunidade aqui emigrada."

António Manuel Mota da Cunha
Conselheiro da Comunidade Portuguesa no Reino Unido

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

DEBATE REALIZADO NO CONSULADO EM LONDRES



"A Comunidade Jovem Portuguesa em Debate"

24 de Setembro 2005
Consulado Geral de Portugal em Londres


Ainda que não possa estar presente, junto remeto um texto que reflecte o que testemunhei e o conhecimento que tenho em relação à nossa comunidade jovem aqui residente.

Impressões caracterizadoras da comunidade jovem aqui residente

Podemos dividir a nossa comunidade jovem em três grupos:
- Ligação à Língua e Cultura Portuguesas.
Ainda ligados aos valores morais e familiares, apresentam resultados escolares satisfatórios.
- Ligação ao meio inserido, a cultura e língua Portuguesas vão-se perdendo assim como a identidade.
O meio de convivio é de grande influência e tendem a seguir grupos que por vezes podem ser de risco. Aproveitamento escolar é menor e com abandono ou apenas a escolariedade obrigatória.
- Jovens em sitação de risco, sem qualquer tipo de orientação.
Isolados da familia, sem identidade e sem motivação profissional.
Por vezes, o seu "habitat" é a criminalidade.

Problemas que mais afectam os Jovens
Falta de orientação profissional, cultural e de identidade.
1. Falta de acompanhamento actualizado por parte dos pais.
2. Escassez de meios financeiros.
3. Ambiente familiar instável.
4. Isolamento

Factores de risco que conduzem os jovens para situações perigosas e por vezes de dependência.

Indicação das prioridades de acção mais adequadas

O Movimento Associativo pode ser um vínculo de grande importância ao auxílio da integração de jovens nas Associações Portuguesas com as diversas actividades e desporto, para além do elo de ligação à nossa Língua e Cultura.
1. Identificar os factores de risco e alertar para as consequências. Apoios especializados se necessários.
2. Maior divulgação de apoios aos jovens.
Maior participação dos jovens em encontros ou eventos.
Fazê-los sentir úteis para com a socieadade num todo.
Perceber os seus medos e ânsias.
Não cabe apenas à familia ter em conta os problemas que efectam os jovens, mas todos nós-sociedade.
Criação de grupos ou projectos de acompanhamento aos jovens, informação, apoios, identificar os problemas e a integração em actividades e desporto.
Uma maior valorização à nossa cultura atraíndo os jovens a participarem na nossa sociedade.
Concerteza que será um debate produtivo e construtivo!

Votos de um enorme sucesso,

C. Pinto
Conselheira das Comunidades Portuguesas no Reino Unido


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Estive a par de muitos impossibilitados de atravessar Londres, e de Bournemouth embora viessem dois, apenas um conseguiu chegar ao vosso encontro, parabéns.
Quando há demonstrações em Londres, não só é perigoso andar pelo trajecto da demonstração, mas temos de ter o máximo cuidado porque os terroristas não escolhem, pois atacam a tudo o que se lhes depara pela frente.
Vivo em Londres ha 37 anos e sempre evitei qualquer tipo de demonstrações.Sobre o vosso encontro no Consulado, acho que seria boa ideia que tal se realizasse também num salão pertencente a alguma colectividade portuguesa, ou num salão de uma Igreja frequentada por portugueses.
(…) A nossa juventude necessita de mais apoio, mais conselhos da vida real dos nossos dias e sobretudo de alguém que se interesse pelos seus problemas.
Por issso acho que se alguém promove um encontro com os nossos jovens, deve ser de louvar esta inicitiva e não deixar morrer, mas coninuar para de vez enquando alertar os nossos jovens para a realidade da vida.

Agradecido,

J. C. R. Freitas
Representante das Comunidades Madeirenses no Reino Unido e Ilhas do Canal



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Infelizmente devido à ocorrência de alguns imprevistos não pude atender ao evento de 24/09/05, todavia por intermédio de J. Noronha da Associação Meta, tive conhecimento que este evento foi muito positivo e que atraiu o interesse de muitos. Por gentileleza me inclua em futuros eventos.

Desde então aceite meus cumprimentos

L. Dantas-Gooda
Câmara de Breckland (norte de Inglaterra)


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Foi com muito prazer que fui ao debate. A meu ver podiamos ter ficado muito mais tempo a falar dos problemas que afectam os nossos jovens neste país, e de possíveis soluções.
Achei informativo, bastante útil, com boas oportunidades de estabelecer contactos na comunidade.
Concordo, como foi sugerido durante o debate que deveria mais destes debates. O Consulado é, a meu ver o local mais indicado.
Gostaria de sugerir que o Projecto MENTORES seja agendado para o ínicio do próximo debate, visto que o tempo de apresentação foi curto.

Melhores cumprimentos

L. Peries
Rede de Voluntariado


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Estou a viver em Londres apenas há um ano, de modo que o meu conhecimento da comunidade portuguesa e dos seus problemas não é muito profundo. Contudo, devido à minha actividade profissional, contacto diariamente com muitos jovens e vou-me apercebendo dos seus problemas e anseios.
Devo acrescentar que considero que este contacto tem sido, de um modo geral, positivo.
Penso que os problemas-chave da comunidade (jovem e não jovem) focalizam-se, essencialmente, nos seguintes pontos:
falta de conhecimento das ferramentas para aceder à informação
auto-isolamento : os portugueses, de um modo geral, vivem demasiado fechados na sua comunidade, tendo um modo de vida essencialmente rural, o que dificulta a abertura de horizontes.
falta de ferramentas linguísticas
falta de entreajuda
falta de participação cívica
Confesso que me é difícil vislumbrar soluções. É óbvio que as decisões políticas poderiam oferecer algumas mais valias – um país bem organizado apoia os seus cidadãos de forma mais eficaz. Mas, deixando-me de utopias, creio que iniciativas como o Projecto MENTORES são extremamente pertinentes, pois além de contribuírem para uma maior motivação dos jovens, orienta-os profissionalmente e transmite uma mensagem importante: que com entreajuda é muito mais fácil alcançar objectivos.
A parceria entre o Projecto MENTORES e o Festival de Música Portuguesa "Atlantic Waves" da Fundação Calouste Gulbenkian, presta também um contributo de orientação profissional muito positivo, pois destina-se a um público multicultural que abrange também os jovens portugueses.
Penso que eu e todos os outros professores de Língua Portuguesa devemos, de um modo criativo, contribuir para a abertura de horizontes dos jovens e, simultaneamente, para a solidificação das suas raízes lusófonas. Devemos envolver-nos na escola e na comunidade local. Devemos esclarecer os pais, apelar ao seu envolvimento na educação dos filhos (e na sua própria educação, através dos cursos da educação para adultos existentes a nível local).
Talvez uma comunicação saudável, dinâmica, coordenada e focalizada entre as várias instituições portuguesas existentes neste país pudesse ser uma plataforma para projectos de investimento humano na nossa comunidade.
Talvez se pudessem criar coisas como uma revista bilingue dirigida à comunidade jovem, com um formato irreverente e criativo. Ou uma associação juvenil orientada para a participação cívica, para as artes, para a orientação profissional (associada ao Projecto Mentores). Recomendo uma visita ao site
www.capmagellan.org, uma associação juvenil luso-francesa que promove a lusofonia, que pode servir como modelo.
Claro que para alcançar estes objectivos é necessário uma grande campanha de sensibilização; os jovens têm que se sentir envolvidos e responsáveis pela criação de coisas.


S. Machado
Escola Secundária de "La Retraite" (Lambeth)
Rede de Voluntariado


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Infelizmente não poderei comparecer. Peço aos senhores que mantenham-me informado sobre o Projeto MENTORES pois eu tenho muito interesse pelo mesmo, e assim poderei também passar as informações para a comunidade portuguesa do Centro Scalabrini.

Atenciosamente,
Padre G. Ziliotto
Centro Scalabrini (Lambeth)


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(Na qualidade de jovem profissional portuguesa educada e residente em Londres) Sentia-me ás vezes e ainda sinto, que nem sou 100% Portugesa e nem 100% Inglesa. Acho que há falta de pessoas com quem nós podemos conversar sobre isto, sobre as nossas opções profissionais e escolhas para continuar a estudar etc.
Eu felizmente tive a oportunidade de conversar com alguém, mas nem todos têm essa oportunidade.
Por isso é que eu acho bem existir o Projecto MENTORES, e tenho gosto em ajudar.
Uma coisa que ajudou-me imenso quando eu era mais nova, foi uma Associação Portuguesa para Jovens.
Os pais podiam-nos deixar lá e depois iam buscar-nos quando acabava. (Os pais podiam ficar também, não era só para jovens). Havia um baile ao domingo aonde se juntavam muitos jovens da comunidade Portuguesa.
Aqui conheci muitos dos meus amigos, muitos deles os meus melhores amigos.
Aqui podíamos brincar, conversar, bailar. Deu para aprender e saborear um pouco da nossa cultura portuguesa.
Acho que hoje em dia falta mais este tipo de oportunidades. As Associações que existem agora não são a mesma coisa. Nas Associações temos a oportunidade de receber informações sobre o que se passa e os acontecimentos na comunidade Portuguesa em Inglaterra. Quem não vai às Associações fica às vezes sem saber e fora de certas coisas. (Nao só de festas mas também de informações importantes).

G. Rodrigues
Rede de Voluntariado


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Foi antes de mais um prazer estar presente no referido debate. Tais iniciativas são sempre de louvar, na medida em que ficamos sempre um pouco mais conscientes do que se passa à nossa volta.
Como representante do Grupo Desportivo de Mangualde em Londres devo dizer que estaremos sempre dispostos a contribuir para a melhoria da situação social dos portugueses em Londres.
Devo salientar que (apesar de uma minoria não se importar minimamente com a Escola Portuguesa ou com qualquer outra coisa que tenha a ver com o Consulado Português) nota-se uma grande preocupação por parte dos Pais com o futuro das crianças uma vez que foi dito que o ensino da Língua Portuguesa no Reino Unido está "em vias de extinção". Talvez este seja um dos muitos pontos importantes a serem "discutidos" numa reunião próxima .

Com os meus melhores cumprimentos
.

T. Marques
Grupo Desportivo de Mangualde em Londres


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Concordo com a visão de que não existe outra forma de realizar estes eventos e actividades senão no seio consular. O Consulado como responsável pelo apoio aos Portugueses no Reino Unido terá, penso eu, todo o interesse no incentivo destas actividades. Acho no entanto que deveria estar mais directamente envolvido nesta questão do insucesso escolar quer ao nível organizacional quer logístico.
Quanto ao debate em si, apesar de considerar ser uma iniciativa louvável, penso que necessita de ser repensado o seu formato de modo a permitir que se consiga chegar a algumas conclusões ou definições de objectivos. Na minha opinião, pode-se realizar uma sessão de puro debate ou brain storming de forma a produzir objectivos e/ou linhas mestras de orientação, e posteriormente opta-se por grupos mais pequenos (preferencialmente de especialistas) para debate de sub-temas mais específicos sobre os jovens da comunidade portuguesa já tendo no horizonte de curto / médio prazo a acção.
É importante ser fiel a um programa e horário, de modo a alcançar maiores níveis de eficiência e evitar a saturação dos participantes voluntários.


D. Almeida
Rede de Voluntariado


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Foi com agrado que participei neste debate realizado com vista aperceber-se quais as razões que levam a que os nossos jovens tenham baixo aproveitamento escolar no Reino Unido, tal como na generalidade acontece em Portugal.
Gostava de referir que acho de excelente tom que este tipo de iniciativas sejam efectuadas sob alçada consular ou sob seu aval. Assim desmonstra-se que a sociedade civil está activa e que tem o apoio possível deste órgão de representação do estado Portugês.
Na minha opinião tal foi o impacto positivo de se fazer este debate no Consulado que alguns grupos presentes alargaram a sua intervenção para além do cerne do debate e descreveram o seu trabalho pelo facto de estarem precisamente no Consulado. Este poderia aproveitar o mote e realizar encontros e debates sobre assuntos sócio-económicos no seu seio.
Relativamente ao assunto em debate, creio que ouvimos relatos de experiências ricas para este assunto e principalmente vindas de vários campos socio-economicos e de variadas zonas deste país.
Em minha opinião, creio que o panorama dos jovens não é tão péssimo como de inicio se temia, mas que a nível de potencialização da Cultura e ensinamentos sobre a Língua Portuguesa ainda haja bastante trabalho a realizar.
Gostava de mencionar a minha opinião sobre o formato, aconselhando a que seja mais curto o espaço de tempo dispendido e que haja um enfoque no assunto em questão zelosamente respeitado e mantido pelo moderador.

Os meus melhores cumprimentos e parabéns.

G. Rosa
Rede de Voluntariado


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A iniciativa foi de louvar, todavia, ficou aquém das propostas do próprio projecto, isto porque, o cerne da questão - "A inserção profissional dos jovens" - não foi tida em conta por parte dos intervenientes do público durante o debate.

C. Costa e M. Machado
Rede de Voluntariado


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Relativamente ao debate realizado a 24 de Setembro gostaria de comecar por agradecer o convite para estar presente. É com enorme prazer que participo e dou o meu contributo em matérias que estão directa e/ou indirectamente relacionadas com crianças e jovens.
Aproveito também para acrescenter que é de louvar a sua iniciativa, estando solidária com a nossa comunidade portuguesa em Londres e invistindo num projecto social com os nossos jovens.
No que respeita ao debate em si, a minha opinião é de que há muito para se dizer e muito para se fazer, um longo caminho para se percorrer, em que os primeiros passos já são bem visiveis.
Um aspecto muito positivo que gostaria de realçar diz respeito ao número de profissionais que se disponibilizaram e que se disponibilizam na continuidade do projecto.
Outro aspecto, talvez mais importante, é a necessidade da continuidade do projecto, pela sua relevância.
Estas crianças e jovens portugueses, pertencentes que são a uma minoria cultural, vivem inseridos numa sociedade onde procuram encontrar um espaço com que se identifiquem.
Como minoria e num contexto de desenvolvimento pessoal, as suas vivências e procura de identidade torna-se confusa. Pela minha experiencia pessoal posso dar inúmeros exemplos dos conflitos pessoais que eles experimentam na sua fase de adolescência, principalmente quando se veem confrontados com dois mundos paralelos, de uma forma quase permanente.
Desejo que este debate tenha sido o primeiro de muitos que ainda se irão realizar. Ou seja, que a dra Isabel Pessoa Lopes (Projecto Mentores), o Consulado e os profissionais que se voluntariaram não desistam destes jovens que precisam tanto de nós.

Por mim, continuarei disponível para o que se tornar necessário.

Grata pela sua atenção, com os meus melhores cumprimentos,


F. Velasco
Câmara de Wandsworth (Londres)


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Primeiro gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecer a possibilidade de estar presente no Encontro de 24 de Setembro em Londres.
Como primeiro comentário gostaria de lhe endereçar os nossos parabéns pelo Projecto MENTORES e todo o trabalho que têm desenvolvido em prol das crianças e jovens portugueses. Segundo subscrever a sua proposta na necessidade de envolvermos e discutirmos com mais assuidade a comunidade portuguesa aqui radicada, só que numa perspectiva de unir e criar mais sinergias entre os quadros e as várias instituições que a representam.
No que diz respeito ao tema, como representante da META, gostaríamos de acrescentar:
A META trabalha directamente com a Keystone Development Trust e muitos dos projectos dirigidos para os jovens acabam por ser endereçados a esta organização, a qual conta com um centro para jovens, um clube de ferias para criancas e a construção em curso de um parque para desportos radicais. Por outro lado durante o ano são desenvolvidos uma quantidade de eventos dirigidos a este grupo de jovens, que vão desde desportos, musicais, culturais, fotografia e outros. Por enquanto não temos tido nem internamente, nem das autoridades, qualquer indicação de abuso de alcool ou drogas por parte dos jovens portugueses. Os problemas vão surgindo sim, no respeitante a trabalho e continuação de estudos para os mais velhos e ocupação dos tempos livres para os mais pequenos. E nestas áreas a META tem desenvolvido algum trabalho necessário e suficiente para dar resposta. Pensamos mesmo que a comunidade portuguesa aqui radicada, é constituida essencialmente por adultos e crianças de tenra idade ou idade escolar, não nos parecendo que exista um número exagerado de jovens nesta área, que exiga um cuidado especial ou que estejam envolvidos em actividades que necessitem de uma acção concreta por parte da META.
No que diz respeito aos bébés e crianças até aos 12 anos de idade, o problema existe e tem, a nosso ver, sido mal gerido pelas autoridades locais. A maior parte dos portugueses residentes em Norfolk trabalham na indústria ou restauração. Estas actividades trabalham por turnos de 8 horas, muitos divididos pelas 24 horas do dia. Deste modo muitos portugueses trabalham fora das horas normais de trabalho e consequentemente à boa maneira portuguesa "soluções " onde deixam os seus filhos. Só que a legislação portuguesa é algo diferente da do Reino Unido e muitas destas "soluções" são ilegais e podem ser vigorosamente penalizadas pelos tribunais, podendo inclusive conduzir à perca do direito paternal da criança. A META desde muito cedo tem pressionado as autoridades para que lhe permitisse a abertura de uma Créche para fazer face a este problema. As autoridades defendem que a solução deve ser encontrada no quadro da oferta local existente, só que essa oferta se nega a providenciar serviços antes das 7 da manhã e depois das 6 da tarde... Perante o facto foi-nos pedido um inquérito à população local e caso o número de pedidos fosse significativo, então as mesmas autoridades analizariam o nosso pedido. Ontem, dois meses depois, recebemos das autoridades as perguntas ao inquérito, que vamos proceder no intuito da abertura de uma Créche. Para além deste problema, as crianças portuguesas em Norfolk são elogiadas pelas escolas e pela comunidade local pela sua capacidade em aprender a língua inglesa e se integrarem. Segundo um relatório, apresentado recentemente, as crianças portuguesas em idade escolar têm aproveitamento acima da média.
Espero que seja isto que necessite, mas se precisar de mais alguma participação pode-me contactar.
Gostaria que me enviasse uma listagem com os contactos das pessoas que fizeram parte do encontro, já que tínhamos algum interesse em as contactar.

Sem outro assunto de momento,
Os nossos melhores cumprimentos.


J. Noronha
Multilingual European Thetford Association (META)


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Reflexão sobre as ideias subjacentes ao discutido no Debate

Salta à vista que a caracterização dos jovens na comunidade Portuguesa residente em Inglaterra é em tudo semelhante à caracterização dos jovens na comunidade Portuguesa residente em Portugal. Há uma diferença clara de percursos académicos, na mesma geração, que se traduzem na formação de dois grupos sociais com evidentes contrastes económicos.
Os jovens residentes em Inglaterra encerram duas características diferentes das dos jovens residentes em Portugal: são emigrantes residentes em Inglaterra.
Por serem emigrantes enfrentam as dificuldades de vida acrescidas por estarem num país com cultura – todos os meios, dispositivos, ideias e ideais decorrentes da vivência e sobrevivência de uma sociedade – que não lhes é familiar.
Por residirem em Inglaterra estão num país rico, mais rico que Portugal.

Caracterização dos Jovens residentes em Inglaterra e do seu contexto social
1 – Se os jovens estão inseridos em famílias que vieram de Portugal, mesmo não havendo estudos abrangentes o suficiente para uma caracterização mais profunda, é natural que se caracterizem pelos mesmos índices e resultados que surgem nos estudos feitos com jovens residentes em Portugal, quanto ao facto de serem jovens de cultura marcadamente portuguesa, e com jovens de outras etnias residentes em Inglaterra, quanto ao facto de serem mais uma dessa etnias. Cruzando estes dois conjuntos de estudos deveremos obter uma caracterização muito aproximada dos jovens portugueses residentes em Inglaterra.
2 – O grupo de emigrantes portugueses pelo Mundo tem enfrentado, e ultrapassado com sucesso na maioria dos casos, dificuldades de aprendizagem de novas línguas, modos de vida e hábitos de trabalho em profissões que pouco conhecem. Exemplo disso são as comunidades portuguesas que vivem na Alemanha ou no Cantão Alemão da Suíça que aprendem uma língua difícil, não popular em Portugal, com climas e modos de vida completamente estranhos, com hábitos de trabalho pouco divulgados em Portugal, na convivência com um povo dos menos abertos à integração de etnias. Os que residem em Inglaterra enfrentam dificuldades menos adversas do que estas, acredito.
3 – O Reino Unido é um país rico, quer na Europa quer no Mundo. Tem tido um crescimento económico positivo nos últimos anos num contexto de tendência europeia negativa; tem mantido e desenvolvido, apesar de tudo, uma política social que vai assegurando serviços sociais e de cidadania importantes para o tão desejado ‘bem estar’ da sociedade, nem que apenas para facilitar o ‘bem estar’ dessa economia. Os que cá trabalham só têm que aproveitar o que em Portugal não temos. O projecto MENTORES ‘só’ tem que disponibilizar ideias, projectos e meios para que aconteça ainda mais.

Plano de Acção
Entendo que, para ultrapassar o efeito de trabalhar e viver num país onde somos emigrantes e potenciar a vantagem desse país ser mais rico daquele de onde vimos, devemos apostar numa grande área: conhecer a fundo o país e os recursos que nele se encontram o quanto antes; estabelecer relações políticas, económicas e sociais com todos aqueles que detêm esses recursos.

Ao Projecto MENTORES caberá, no meu entender e se quiser, conhecer i) as instituições, governamentais ou privadas, colectivas ou em nome pessoal, que detenham meios físicos, financeiros ou intelectuais que sejam do interesse dos jovens portugueses recorrer, usar ou desenvolver; ii) ou que detenham meios de influencia sobre o poder político local para criar ou desenvolver essas instituições a favor dos interesses dos jovens portugueses. Caberá ainda potenciar a vantagem das relações estabelecidas ou a estabelecer.

1 – Rede de procura de Informação
Atendendo à fase em que nos encontramos sobre o ‘conhecimento do país e das suas instituições’ que foi demonstrada no debate decorrido ontem, penso ser essencial proceder à resposta das seguintes questões e torná-la conhecida por todos os que estavam presentes. Pareceu-me que cada um de nós terá uma parte da resposta a cada questão.
A - Que instituições inglesas, governamentais ou privadas, existem com o propósito de disponibilizarem recursos físicos, financeiros, académicos ou humanos a comunidades emigrantes ou a colectividades heterogéneas residentes no Reino Unido?
- Quais os objectivos e condições em que essas instituições disponibilizam esses recursos?
- Em que medida o Projecto MENTORES pode construir projectos de acção de acordo com o âmbito dessas instituições?
B - Que instituições inglesas ou com actividade em Inglaterra, governamentais ou privadas, têm uma actividade económica que podem disponibilizar meios de desenvolvimento profissional em parceria com o Projecto MENTORES?
C – Com que instituições daqui listadas já houve contacto por parte das pessoas presentes neste debate?
- Em que circunstâncias houve ou há esse contacto?
D – Quais os projectos desenvolvidos por outras etnias?
- Desses, que resultados foram obtidos? Que benefícios directos tiveram na etnia? Que efeitos tiveram nas políticas sociais inglesas?

2 – Rede de divulgação de Informação
A – Divulgar a informação recolhida àqueles que se mostram interessados em desenvolver no todo ou na parte o propósito do Projecto MENTORES.
B – Divulgar informação útil comum aos jovens portugueses residentes no Reino Unido. Desta informação, pode constar a listagem de instituições que o Projecto MENTORES apurou e o trabalho já desenvolvido. A divulgação pode ser feita via booklet ou blog/web.

Que todos contribuam para as respostas que procuramos, apelo.

Um abraço,

T. Gomes
Serviço Educativo do Festival de Música Portuguesa "Atlantic Waves" (FCG)


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Penso que o Projecto MENTORES é uma iniciativa a ser louvada e foi um bom pretexto para alertar a comunidade portuguesa no Reino Unido para a necessidade de um Fórum onde profissionais e interessados nas área social possam partilhar experiências.
Os temas debatidos na reunião eram por si só muito abrangentes, por vezes pareceu-me que os jovens estavam a ser esquecidos no meio do debate. Penso que é fulcral que se discuta a educação, soluções para uma melhor integração e orientação profissional dos jovens.
Deu para perceber que estavam presentes vários profissionais interessados em dar o seu tempo para iniciativas como o Projecto Mentores. É importante que o fórum possa acolher jovens que dêm o seu testemunho em primeira mão. E talvez promover um fórum de jovens que depois possa eleger representantes para assitistir a um fórum maior. Algumas idéias que penso que podem contribuir para o desenvolvimento da emergente comunidade jovem no RU.

Com os melhores cumprimentos


V. Varela
Câmara de Hackney (Londres)


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Antes de mais queria dar os parabéns pela conferência organizada no passado dia 24 de Setembro.
Apesar de não termos conseguido explorar melhor a parte que se destinava a ideias e propostas, o facto de ter durado mais do que o previsto só demonstra que temos muito para dizer e que precisamos de mais iniciativas destas.
Fiquei muito contente quando soube que se ia realizar esta conferência. Não só porque sou portuguesa e me preocupo com a nossa comunidade como também porque trabalho diáriamente com jovens e portanto faz parte da minha área professional e área de interesse.
Achei que a Conferencia foi muito útil como uma primeira etapa de um processo que pode ser grande e importante para a nossa comunidade. No entanto, precisa não só de voluntarios mas também de apoio institucional para ter sucesso.
Sei que apesar da caracterização menos positiva da comunidade portuguesa em Londres (especialmente a residente em Stockwell) tenho conhecimento de muitos outros portugueses, jovens adultos, que vivem em Londres, não estão registados na embaixada mas encontram-se bem estabelecidos cá.
Apoio 100% este tipo de iniciativas e já que discutimos tanto os problemas que tal outro encontro para delinear soluções?!!!

Mais uma vez os meu parabéns e continuação do bom trabalho.


S. Caetano
Oxford House Youth


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O Projecto Mentores é muito interessante e a conferência foi bastante enriquecedora, dado que nos permitiu conhecer o trabalho desenvolvido por diversas pessoas/instituições/associações, dedicadas ao estudo e à resolução de problemas que afectam a comunidade portuguesa; teria sido proveitoso ter tido acesso (em papel ou suporte digital) à lista de contactos das instituições/associações para conhecê-las melhor, acompanhar o seu trabalho e, eventualmente, colaborar em projectos.
Muito agradecemos o convite e estamos inteiramente disponíveis para próximos encontros.

Com os nossos melhores cumprimentos,


S. Faria e L. Ferreira
Professoras de Biologia e LCP/ME-EPE (respectivamente)


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Considero que tendo sido esta a primeira oportunidade para partilhar experiências dentro da própria comunidade e para a comunidade havia muito a dizer. A postura dos intervenientes foi manifestando ao longo do debate essa mesma necessidade de partilha. No entanto, creio ter sentido um certo pessimismo em relação ao passado e ao presente.
Louvo também a abertura das instalações consulares para estas actividades que beneficiam a comunidade portuguesa assim como a contribuição da Coordenação de Ensino Português.
Creio que o papel da CEP foi essencial assim como o dos Mentores para a organização deste evento. Finalmente o papel dos professores como agentes de cultura e educação comprovou a importância da sua relação previligiada com a comunidade e o reconhecimento do seu papel no Projecto MENTORES.
Quanto ao debate em si, necessita de ser repensado o seu formato de modo a permitir que se respeite o tempo de intervenção dos participantes assim como contextualizar o tipo de intervenções a fazer.
Creio que o Projecto MENTORES foi pouco mencionado e, passou para segundo plano.
Infelizmente o momento para fazer sugestões não foi o mais adequado dado o adiantado da hora. É importante cumprir o programa e o horário, de modo a permitir utilizar estas oportunidades únicas para abrir novos caminhos e possibilidades de intervenção junto da comunidade.


L. Ribeiro
ME-EPE (Cursos de Língua e Cultura Portuguesa) (Lambeth)
Rede de Voluntariado


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Apesar de ter confirmado a minha presença para este encontro, não me foi possível comparecer.
Gostaria de saber se é possível entrar em contacto com alguém para ficar a par dos assuntos discutidos na reunião bem como se haverá um novo encontro e se já está agendado.
Obrigada pela atenção dispensada.
Cumprimentos,


C. Simões
Embaixada de Portugal em Londres


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A reunião que teve lugar no Consulado Geral de Portugal no passado dia 24 de Setembro 2005 teve por objectivo proporcionar uma discussão alargada sobre problemas que afectam os jovens portugueses no Reino Unido. Estiveram presentes professores, assistentes sociais, representantes de organizações religiosas e outros profissionais interessados.
Foram feitas algumas comunicações sobre problemas específicos, nomeadamente o insucesso escolar e o uso de drogas pelos jovens. Foi mencionado especialmente um estudo levado a cabo pelo Departamento de Educação da Câmara de Lambeth (‘Aiming High: Raising Portuguese Achievments’) que refere que o aproveitamento escolar dos jovens portugueses é o pior de todos os grupos étnicos minoritários representadas nas escolas estudadas. Tal observação foi posta em dúvida por outros intervenientes, de Londres e de Norfolk, que referiram bons resultados escolares nas suas comunidades mas sem no entanto produzirem informação estatística comprovativa.
Da discussão tida concluí-se ser urgente tentar investigar o problema, a sua extensão e possíveis causas, de forma sistemática e sugerimos que tal se faça sob a forma de inquéritos às escolas e/ou às famílias à semelhança e na sequência do estudo da comunidade portuguesa imigrante anteriormente iniciado pelo Departamento de Sociologia da Universidade de Luton com o apoio da Fundação Gulbenkian, Câmara de Lambeth e Ministério dos Negócios Estrangeiros e mais tarde lamentávelmente abandonado antes da sua conclusão (com devolução do subsídio) por incapacidade institucional.
Foi ainda referido e distribuido um Relatório sobre um Projecto de Investigação sobre os Jovens Portugueses residentes em Lambeth. Relativamente a este Relatório, que não comentámos na altura por não o termos lido, parece-nos ele pouco credível o que não surpreende pois os chamados ‘investigadores’ (researchers), segundo os seus curriculos revelam, não possuem nem as habilitações formais nem a experiência para executarem um estudo desta natureza.
Durante a reunião houve consenso geral quanto à importancia do Projecto Mentores como estímulo motivador para a educação dos jovens e específicamente pelo aconselhamento que oferece em relação às oportunidades de educação post-escolar suplementando assim o ‘Careers Advisory Service’ tão descurado nas escolas do Estado, e nomeadamente nas àreas socialmente mais desfavorecidas.


J. Monjardino e M. E. Monjardino
Rede de Voluntariado


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A minha experiência professional prende-se essencialmente com a comunidade portuguesa residente em Londres, na área de Lambeth. No curso do trabalho que tenho vindo a desenvolver com os pais, nomeadamente ao nível de competências de leitura e escrita em português, tenho constatado que uma percentagem acentuada regista enormes dificuldades no desempenho das mesmas.
Realço ainda que um elevado nùmero de pais requer a intervenção da equipa de interpretes e tradutores, sempre que abordam um profissional na escola.
O debate veio portanto confirmar a urgente intervenção de autoridades com responsabilidade para tal, de modo a colmatar o insucesso escolar da comunidade portuguesa em Lambeth.


C. Fraga
Coordenadora da "Ethnic Minority Achievement Grant" e Professora na Escola Primária de Stockwell (Lambeth)
Rede de Voluntariado


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Foi com interesse, e gosto e responsabilidade cristã que participamos no encontro organizado e orientado pelos membros do Projecto MENTORES. Este esclareceu-nos pela acção realizada junto dos jovens.
Alertou-nos para problemas existentes, que carecem de apoio, ajuda e orientação sobre vários aspectos.
Leva a querer que não nos podemos nem devemos deixar-nos dominar pelo egoísmo, certo comodismo e lamentações estéreis.
Urge olhar de perto a realidade, estamos cientes que a vida está carente de valores, os quais fazem muita falta e as consequências são bem vísiveis.
Compete-nos unir pessoas, forças, vontades, iniciativas, e consciências, e então daremos respostas aos desafios que a educação e formação humana e cristã nos colocam e reclamam de nós presença, descobertas, solução, saída.
Julgamos muito válido e necessário o Projecto MENTORES.
O povo espera muito dos responsáveis.
O povo necessita de ajuda.


Missão Católica Portuguesa,
Centro Paroquial de Stockwell (Lambeth)

sexta-feira, novembro 11, 2005

WORKSHOPS PROFISSIONAIS


Educação e Ensino
Coordenação do Ensino Português (CEP)
Consulado Geral de Portugal em Londres

Arquitectura e Design de Interiores
Bernard Stilwell Arquitects (Atelier de Arquitectura)

Ciências e Tecnologias
Hospital de St. George´s (Lambeth)

Direito, Relações Internacionais e Política*
Embaixada de Portugal

Marketing, Publicidade e Gestão de Negócios
Centro Scalabrini (Lambeth)

Artes Plásticas/Visuais, História de Arte e Museologia
Museu Victoria&Albert

Moda e Tecelagem
Atelier de Moda Juvenil

Finanças e Serviços Bancários
Centro Scalabrini (Lambeth)

Cinema, Fotografia e Música
Centro Scalabrini (Lambeth)

Comunicação Social e Media
Estúdios da BBC


COORDENAÇÃO DAS WORKSHOPS :
Rita Tavares de Pina

* Israel Saraiva (Embaixada de Portugal)

terça-feira, novembro 08, 2005

DATAS DAS SESSÕES DE "TESTEMUNHOS PESSOAIS"


15 de Outubro de 2003
Escola Sec. de Acland Burghley (Camden)
Comunicação Social, Texteis/Design, Ciências, Educação e Acção Social.

22 de Outubro de 2003
Escola Sec. de Hammersmith & Westminster (Hammersmith)
Finanças, Ciências, Relações Internacionais e Acção Social.

5 Novembro de 2003
Escola Secundária de Pimlico (Westminster)
Marketing, Medicina, Educação.

12 Novembro de 2003
Escola Sec. de St. Thomas More (Kensington & Chelsea)
Finanças, Educação, Acção Social e Ciências.

19 de Novembro de 2003
Escola Secundária de Pimlico (Westminster)
Texteis/Design, Ciências, Acção Social.

26 de Novembro de 2003
Escola Sec. de Sion Manning (Kensington & Chelsea)
Direito, Gestão, Educação e Ciências.

3 de Dezembro de 2003
Escola


4 de Novembro de 2004
Escola Secundária de Pimlico (Westminster)

16 de Novembro de 2004
Escola Sec. de Sion Manning (Kensington & Chelsea)

18 de Novembro de 2004
Escola Sec. de St. Paul's (Hammersmith)

24 de Outubro de 2004
Escola Sec. de Acland Burghley (Camden)

30 de Novembro de 2004
Escola Sec. St. Thomas More (Kensington & Chelsea)

2 de Dezembro de 2004
Escola Secundária de Pimlico (Westminster)

15 de Novembro de 2005
Centro Paroquial de Stockwell (Lambeth)

16 de Novembro de 2005
Centro Paroquial de Stockwell (Lambeth)

20 de Novembro de 2005
Centro Paroquial de Stockwell (Lambeth)

4 de Dezembro de 2005
Centro Paroquial de Stockwell (Lambeth)

28 de Março de 2006
Escola Secundária Bishop Thomas Grant (Streatham, Lambeth)
Arquitectura, Decoração de Interiores, Gestão, Finanças e Ciências

27 de Abril de 2006
Escola Secundária Bishop Thomas Grant (Streatham, Lambeth)
Design, Contabilidade, Finanças e Ciências
* Atribuição de Estágios Profissionalizantes (ano académico 2005/6)

6 de Maio de 2006
Escola Secundária Lilian Baylis (Vauxhall, Lambeth)
Gestão, Contabilidade, Finanças e Ciências
* Atribuição de Estágios Profissionalizantes (ano académico 2005/6)

7 de Maio de 2006
Centro Paroquial de Stockwell (Lambeth)
Sessão interactiva (7-11 anos)
Sessão de esclarecimento (14-17 anos)
* Atribuição de Estágios Profissionalizantes (ano académico 2005/6)

1 de Julho de 2006
Escola Secundária Lilian Baylis (Vauxhall, Lambeth)
Relações Internacionais, Música, Ciências e Serviços Bancários